Sobre mim

Namaskar!

Sou Devii, Educadora de Yoga e Terapeuta Ayurveda (em formação).

Internacionalista de formação, e “internalista” por vocação.

Apesar de experiências internacionais, foi no mundo interior que descobri a viagem mais transformadora da minha vida.

E o yoga é o meu passaporte para entrar em qualquer território.

De sombra e de luz.

Com meu companheiro de vida, o Cris (Krsna) servimos ao nosso propósito através da Vita Zen -Yoga e Bem-Estar. Nossa morada, onde oferecemos à comunidade cursos e serviços que tem como missão promover o autoconhecimento, a cura e o amor.

Desejamos que cada um possa tornar-se mestre de si mesmo! 

E dessa união – do amor – nasceu nosso filho, o sorridente Theo. Uma bênção!

Ser mãe tem sido a minha fonte inesgotável de felicidade e desafios. É um sonho realizado. Ser mãe me remete a minha essência, é encontrar-me (querendo ou não) com a minha luz e sombra. A maternidade faz reflexo dos meus medos, dos meus limites e da minha força.

A maternidade é nascimento e morte. Morri para quem eu era, renasci para a vida que recomeçou.

A maternidade é me autoeducar. Porque eu como mãe, não educo o meu filho, eu me autoeduco. E assim, a educação acontece, pelo exemplo, não (exclusivamente) pela palavra.

A maternidade (a vida) é só amor, por amor e com amor.

Baba Nam Kevalam! “Tudo é a expressão do amor divino.”

 

SAIBA MAIS

História do meu nome espiritual | Deviinistha |

Significado: Devoção ao divino, fé inabalável.

 

Meus pais me nomearam Daiane. Mesmo antes de casarem. Mesmo antes de me conceberem. Adoro a história de como decidiram meu nome. É romântica. Há amor. Há desejo por uma filha. E nada melhor para um ser que está por vir. Que o desejo de recebê-lo.

Minha história assim começou. Começou com um desejo, o meu de vir, e dos meus pais de me receberem.

Aos 36 anos recebi outro nome: Deviinistha. Recebi-o das mãos de uma monja admirável. Uma trabalhadora incansável, com uma devoção inabalável.

Recebi-o num momento muito sensível, quando duas grandes amigas-irmãs estavam recebendo uma segunda chance da vida.

Neste momento, eu também estava. Não fisicamente, mas espiritualmente. Uma segunda chance de me tornar o que sempre fui. Uma chance de ser quem eu sou. E para cumprir a missão que recebi ao desejar vir e ao ser desejada que viesse.

Minha missão é ser quem eu sou, é servir. Ser + Vir. Para isso EU SOU. Para isso EU VIM.